| Foto: Divulgação/Prefeitura de Santiago |
Para fazer parte dessa causa, basta entrar em contato com um Tabelionato confiável, fornecer o CPF e a identidade, além de indicar duas testemunhas. Isso permite que a pessoa oficialize o desejo de ser um doador após o falecimento. Uma Escritura Pública Declaratória é elaborada e assinada pela pessoa, sem custos.
Uma vez que a autorização é formalizada, o Tabelionato encaminha essas informações à Central Notarial de Doação de Órgãos. Esse banco de dados é utilizado pelos médicos da Central de Transplantes para identificar potenciais doadores. Assim, quando os médicos procuram por doadores compatíveis, eles têm acesso à documentação que comprova a intenção da pessoa em se tornar um doador de órgãos após o falecimento. Esse processo oferece a oportunidade de salvar vidas por meio de transplantes.
A tabeliã Gislene Berlesi Marchon enfatiza que, desde que a campanha foi divulgada pelo site da Prefeitura, vários interessados e meios de comunicação entraram em contato em busca de mais informações. Segundo Gislene, é possível encaminhar a documentação ou esclarecer dúvidas por meio do WhatsApp: 3251-2965.
Fonte: Rádio Santiago
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