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| Rondas ostensivas ocorrem de forma permanente com policiais civis no RS |
A Polícia Civil designou cerca de 2,75 mil agentes para rondas ostensivas no Rio Grande do Sul. O objetivo é reforçar a segurança da população que mora em regiões atingidas por chuvas e enchentes. Instaurada em caráter permanente, ao longo de 24 horas por dia, a missão não tem prazo de término.
O patrulhamento terrestre ocorre por meio de viaturas e a pé, o que inclui a fiscalização de abrigos. Em locais alagados, os servidores dispõe de 20 embarcações para rondas fluviais.
De acordo com o chefe da Polícia Civil, delegado Fernando Sodré, a iniciativa foi somada ao trabalho investigativo da instituição. Um exemplo é a Operação Noite Segura, coordenada pelo Departamento de Homicídios (Dhpp), que ocorre entre 18h e 6h, em Porto Alegre.
"A ostensividade é fundamental neste momento, para que os gaúchos vejam que a Polícia Civil está atuante. Ocorre um misto de visibilidade com investigação, porque as operações não foram interrompidas. Há rondas ostensivas, mas também deflagramos ações contra tráfico, homicídios, além do combate a fake news e outras”, destacou Sodré.
Na Capital, ofensivas se concentram nas zonas Sul, Norte e no Centro. O bairro Mathias Velho, em Canoas, é um dos focos na região Metropolitana. Há ainda São Leopoldo, como exemplo no Vale do Sinos, e o envio de agentes a municípios no interior do estado.
"Óbvio que a ajuda da Força Nacional é bem-vinda, mas a resolução dos problemas de segurança é feita pelas polícias locais. Também é importante o apoio das equipes do Distrito Federal e de estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins, Amazonas, Santa Catarina e Paraná”, afirmou o chefe da PC.
Fonte: Correio do Povo

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