![]() |
| Divulgação |
Entidades do setor de combustíveis, incluindo Brasilcom, Abicom, SindTRR, Fecombustíveis e Sindicom, criticaram a medida, alegando que aumentará os custos para toda a cadeia de distribuição, incluindo o transporte público e frete de carga, impactando diretamente o consumidor e a inflação. O Sindicato dos Postos de Combustível do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF) prevê aumentos de 3% a 7% nos preços dos combustíveis devido à medida.
Na semana passada, o governo publicou uma medida provisória limitando o uso dos créditos de PIS/Cofins, como parte de um esforço para compensar a desoneração da folha de pagamentos e cumprir a meta de déficit zero em 2024. O Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) estima que essa medida pode aumentar o preço da gasolina em 4% a 7% e do diesel em 1% a 4%. Em resposta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a medida não deve impactar a inflação e que será negociada com o Congresso Nacional.
A Ipiranga reforçou que a decisão final sobre o preço dos combustíveis é dos revendedores, seguindo as normas de livre concorrência.

0 comments:
Postar um comentário